Ok assunto do dia: 48 horas sem WhatsApp!

Me peguei analisando esta situação, primeiro tem uma demanda de que nós brasileiros sempre somos os mais lesados, a final contas, uma juíza bloqueou o aplicativo, por uma investigação criminal, na qual os donos do whats não querem contribuir, ou coisa assim,para uma investigação criminal e também algumas empresas de telecomunicação alegam que o aplicativo é pirata, e tem que ser melhor regulamentado, mas vai um questionamento, este é um aplicativo mundial e por que somente no Brasil temos que pagar por isso?Afinal de contas qual é o verdadeiro objetivo disso? Bom questionamento não mesmo?


Ok, ai você abre outras redes sociais e muita gente comentando, vinculando postagens engraçadas sobre a situação, criticando, sofrendo (risos), dando conselhos e sermões sobre o uso, confesso que queria colocar algo memorável aqui, mas acredito que meu público merece ler outras coisas ou simplesmente ver uma colocação autentica.


Bom fiz uma coisa que é bem “cara de psi” (risos) entrei no metrô e fiquei observando algumas pessoas, acreditei que elas iriam ficar com caras de perdidas, por se sentirem órfãs de um aplicativo que faz parte do dia-a-dia, ( ouvi isso hoje num programa de TV), percebi que muitos encararam bem, e outras mexeram em outros aplicativos de redes sociais, nada tão caótico...achei interessante não foi um pandemônio, igual a mídia prega...ai pensei , e se fosse isso nos dias de Natal e Ano Novo como seria?


Essa situação me fez imaginar que o mais importante de tudo isso, é pensarmos como uma ferramenta vem para facilitar nossa comunicação e nos toma dessa forma, fiquei pensando na palavra órfão, quer dizer que podemos comparar um aplicativo com algo tão simbiótico assim, comparado a um pai ou mãe, ou seja, não há separação entre eu e o aplicativo? Estamos tão diluídos assim? Interessante!

Isso pode nos fazer pensar também o quanto somos impactados por isso, o que a falta deste aplicativo, celular, internet, coisas afins pode causar em nós?

Eu vi colegas de profissão pensando em dicas de como a pessoa pode superar a falta do whats durante ás 48 horas seguintes, não estou fazendo juízo de valor, achei interessante, pois é sinal que tem um impacto tamanho, que nós psicólogos, que estamos diretamente ligados a todos os interesses humanos, temos que participar disso de alguma forma também, e sabemos que podemos contribui para ajudar a amenizar estresse,causar reflexões e pensar nas pessoas que são dependentes patológicas de internet, jogos e coisas afins etc.

Com tudo o mais interessante ao meu ponto de vista, é pensarmos que, será que os modos tradicionais de comunicação nos da um certo desconforto? Isso quer dizer retrocesso ou reconstruir algo que foi perdido? Eu ouvi uma frase bem interessante num programa de TV “As redes sociais são ótimas, ele nos aproxima de quem está distante, mas de certa no afasta de quem está perto!”

Indagarmos sobre isso pode nos levar a prevenção, pois é possível agir e refletir antes do problema, desta forma assim analisarmos como estamos lidando com as facilidades que a tecnologia pode nos oferecer e como me relaciono com isso e mantenho o equilíbrio para não suscitar efeitos colaterais graves no meu modo ser.

Bom ai no final do meu texto um programa de TV diz que até o final do dia o aplicativo voltará a funcionar, pois um desembargador não achou viável as condições para o bloqueio.



Mas valeu a reflexão do dia.

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